Os “pacifistas” cantavam a bordo: «Lembrem-se judeus, que o exército de Maomé vai regressar». E uma senhora, também pacifista, afirma que só pode haver dois fins felizes: «o martírio ou a chegada a Gaza».
As regras estavam previamente estabelecidas e não ninguém pode evocar falta de aviso. Os amigos do Hamas e do terrorismo apostaram na provocação e na violência e (esses sim) devem ser responsabilizados.
Filmado do ar podemos observar o grau de violência usado contra os militares israelitas.